Talvez eu não esteja viva para ver alguma mudança, mas espero que vocês vejam e tenham um mundo melhor em 2050. Plantei um ipê rosa e outro amarelo, que eles estejam florindo até 2050.

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Juliana Signori
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Aos meus sobrinhos queridos, Ana Laura, Luis Carlos e Helloísa,

Estamos no ano de 2015 e ouvimos todos os dias o quão bagunçado está nosso clima… Calor demasiado, chuvas torrenciais, ventanias descontroladas.

No Brasil não costumava nevar a 20 ou 30 anos atrás, mas no sul de nosso país hoje em dia neva no inverno, é certo que é pouco, mas neva.

Estamos vivendo épocas de estiagem muito prolongadas, o calor está se tornando insuportável. Antigamente era luxo ter ar-condicionado em carros ou casas, hoje é quase uma necessidade, pois não conseguimos respirar um ar tão carregado de calor.

Assistimos tantos filmes que são quase profecias, pois mostram um mundo cinzento e sem vida. Se não tomarmos atitudes para que o clima fique pelo menos estabilizado, estaremos perdidos.

Estamos consumistas demais, destruindo florestas, produzindo muito lixo, contaminando solo e água, para que isso? Vamos nos conscientizar de que a natureza precisa da nossa ajuda. Aliás, a natureza não precisa de nossa ajuda e sim do nosso respeito por ela.
O respeito pela não destruição e sim da sua preservação e cuidados.

Aliás, o que será do mundo em 2050? Será que teremos árvores? Água limpa? Algum espaço verde?

Talvez eu não esteja viva para ver alguma mudança, mas espero que vocês vejam e tenham um mundo melhor em 2050. Plantei um ipê rosa e outro amarelo, que eles estejam florindo até 2050.

Que tenhamos amor pela natureza, preservando e reconstruindo o quanto pudermos. Trabalho de formiguinha, devagar e sempre.

Um grande beijo
Tia Ju

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More Messages to the Future

 

Dear future generations,

Young people are making a lot of noise and politicians are now listening.

 

Dear Evan,

What has most inspired me to act is wanting to be able to look you in the eye and say, “When I became aware of the existential threat of climate change, I did all I could.”  Despite my pessimism, I act in the hope it can make a difference for future generations and all the precious life on our fragile planet.

 

Dear Future,

I will use less plastic.

 

Dear future me,

I am 19 years old, and I am angry.

 

Dear Gorasia descendants,

I will do all that I can, and hope my fellow inhabitants join my pursuit, to nurture this planet.

 

Dear son,

Everyone should be grow at least 100 trees in his lifetime.

 

Dear Nieces and Nephews,

I tried.

 

Dear Tomorrow,

The road I learned to ride my bike on, the field where I kicked my first soccer ball, and the park I ate my first ice cream cone at, could all be gone.

 

Dear Ya’Ash,

There are many paths to Truth, but regardless of your faith or ideology, one truth is above all else: Life must continue.

 

To my great-great grandchildren,

I don’t know your name
or even if you’re alive,
but I’m doing all I can
to make sure you survive.

I’m your great- great grandmother
who lived a century ago
in a world far different
from the one you must know.

 

Dear Tomorrow,

This is just the beginning. It’s the accrual of little seeds of change that will lead to the tree of revolution.

 

We will look back on our time here and ask, “What did I do?”

If we truly live our present moment, maybe you’ll have a future.

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